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Nas últimas décadas, o judaísmo messiânico, movimento judaico que aceitam Yeshua (Jesus) como o Messias, tem crescido de forma constante, especialmente nos Estados Unidos. A maioria deles ainda mantêm as tradições do judaísmo, o que tem entristecido judeus praticantes e alguns segmentos cristãos.


Estudiosos dizem que o movimento foi fortalecido quando Israel se tornou uma nação novamente em 1948.


Seu desempenho em solo israelense sempre foi difícil, mas diferentes ministérios tem conseguido alcançar os judeus.


As missões tem focado no presente e como o Messias Yeshua existe há décadas, de modo que organizações tem se multiplicado, tais como: "Rei dos Reis", "Caspari Center", "Judeus por Jesus", "The Foundation judeu cristão", "Povo Escolhido Ministries", "Joseph Storehouse", "Christian Testemunhe a Israel", entre outros menos conhecidos. Existe, inclusive, centenas de testemunhos de judeus convertidos nos últimos 20 anos.


O trabalho evangelístico em Israel está sendo realizado através de congregações messiânicas locais. Os maiores são em Tiberias, K'far Saba, Netanya, Jerusalém e Joffa.


Existem mais de 150 igrejas. A maior taxa de conversão é de judeus que emigraram de países da ex-União Soviética. O crescimento do número de judeus que "voltam pra casa" faz com que diferentes países messiânicos fortaleçam as comunidades já existentes.


No entanto, este aumento no judaísmo messiânico não tem passado despercebido por grupos religiosos tradicionais na nação de Israel, pois inclui trabalho de ação social, oferecendo apoio às pessoas que sofreram perdas durante as guerras no Líbano e Hamas.


A doação de alimentos, roupas, remédios e outros suprimentos já é prática bem aceita pelos judeus em geral.
O rabino messiânico Barry Rubin disse que "hoje, os cidadãos israelenses são mais abertos a falar de Yeshua e considerar seriamente a possibilidade de que ele realmente é o Messias". Ele acha difícil estabelecer com certeza o número de judeus que seguem a Jesus, porque em muitas famílias a pressão continua alta. Há ainda casos de severa perseguição.


Em 2013 as estatísticas mostravam que o número de judeus messiânicos em todo o mundo ultrapassou 300.000. Destes, cerca de 20 mil vivem atualmente em Israel. Os registros oficiais indicam que este é um número recorde de convertidos. Antes, o país tinha menos de 100 conhecidos judeus messiânicos, em 1948. Eram 250 em 1967, em 1987 chegou a 3.000, em 1997 a comunidade cresceu para 5.000 e em 2008 tornou-se 15.000.

 

Fonte: Traduzido do site www.noticiacristiana.com

 

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Tornando-se cada vez mais popular, a Web Rádio LouvoReal apontou crescimento no número de ouvintes, comparando o primeiro mês de 2015, com o mesmo período do ano passado.

Alavancado pelas diversas formas disponíveis para se ouvirem a rádio, o crescimento foi de 20,44%.

Veja as tecnologias mais usadas pelos ouvintes:

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1)Termo:  Vida após a morte

     

Cristianismo : Cristãos estarão com o Deus no céu (Filipenses 1:21-24), em nossos corpos ressuscitados (1 Coríntios 15:50-58). Os não cristãos serão lançado no inferno para sempre (Mateus. 25:46).

 
Islamismo : Há uma vida após a morte (75:12) uma vida ideal no Paraíso (29:64), para muçulmanos fiéis ou Inferno para os que não são.

2)Termo: Anjos
 
Cristianismo:  Seres criados, não-humanos alguns dos quais, cairam em pecado e tornaram-se demônios.  Eles são muito poderosos.  Os anjos que não caíram levam a cabo a vontade de Deus.

 
Islamismo: Seres criados sem própria vontade que servem a Deus.  Anjos são criados da luz.

3)Termo: Reconciliação
 
Cristianismo: O sacrifício de Cristo na cruz (1 Pedro 2:24) por meio do Seu sangue trorna-se o Sacrifício que leva embora a ira de Deus (1 John 2:2) do pecador quando o pecador recebe (João 1:12), pela fé (Romanos. 5:1), o trabalho de Cristo na cruz.

 
Islamismo: Não há nenhum trabalho de reconciliação no Islã diferente de uma sincera confissão de pecado e arrependimento pelo pecador.

4)Termo: Bíblia
 
Cristianismo: Inspirada e formulada sem erros nos manuscritos originais dados por Deus (2 Timóteo. 3:16).
 
Islamismo: Palavra respeitada dos profetas mas a Bíblia foi corrompida pelos séculos e só é correta na medida em que concorda com o Alcorão.

5)Termo: Crucificação
 
Cristianismo: O lugar onde o Jesus expiou pelos pecados do mundo.  Só por este sacrifício que qualquer um pode ser salvo da ira de Deus (1 Pedro 2:24).

 
Islamismo: Jesus não morreu na cruz.  Ao invés, Deus permitiu que Judas se parecesse com Jesus e este fôsse crucificado ao invés.

6) Termo:Diabo
 
Cristianismo: Um Anjo caído que opõe a Deus de todos os modos.  Ele também busca destruir a humanidade (Isaías 14:12-15; Ezequiel 28:13-15).

 
Islamismo: Íblis, um jinn caído.  Jinn não são anjos nem homens, mas seres criados com vontades próprias. Os Jinns foram criados do fogo, (2:268; 114:1-6).

7) Termo: Deus
 
Cristianismo: Deus é uma trindade de pessoas:  Pai, Filho, e Espírito Santo.  A Trindade não são três deuses em um deus, nem  uma pessoa que tem três formas.  Trinitarianismo é estritamente monoteístico.  Não há nenhum outro Deus em existência.

 
Islamismo: Deus é conhecido como Alá.  Alá é uma pessoa, uma unidade rígida.  Não há nenhum outro Deus em existência.  Ele é o criador do universo (3:191), soberano acima de tudo (6:61-62).

8)Termo: Céu (Paraíso)
 
Cristianismo: O lugar onde Deus mora.  Céu é a casa dos cristãos que são salvados pela graça de Deus.  É céu porque é onde Deus e os cristãos desfrutarão amizade eterna com Ele.

 
Islamismo: Paraíso para muçulmanos, um lugar de alegrias inimagináveis (32:17), um jardim com árvores e comida (13:35;15:45-48) onde são conhecidos os desejos de muçulmanos fiéis, (3:133; 9:38; 13:35; 39:34; 43:71; 53:13-15).

9) Termo: Inferno
 
Cristianismo: Um lugar de tormento em fogo fora da presença de Deus.  Não há fuga do Inferno (Mateus 25:46).
 
Islamismo: Inferno é um lugar de castigo eterno e tormento (14:17; 25:65; 39:26), em fogo (104:6-7) para esses que não são os muçulmanos (3:131) bem como esses que de quem o trabalho e a fé não são suficientes (14:17; 25:65; 104:6-7).

10) Termo: Espírito Santo
 
Cristianismo: Terceira pessoa da Trindade. O Espírito Santo é completamente Deus em natureza.
 
Islamismo: O arcanjo Gabriel que entregou as palavras do Alcorão a Muhammad.

11) Termo: Jesus
 
Cristianismo: Segunda pessoa da Trindade.  Ele é a palavra que se tornou carne (João 1:1, 14). Ele é Deus e homem (Colossenses. 2:9).

 
Islamismo: Um grande profeta, só sucede a Muhammad.  Jesus não é o filho de Deus (9:30) e certamente não é divino (5:17, 75)) e ele não foi crucificado (4:157).

12) Termo: Dia do julgamento
 
Cristianismo: Acontece no dia da ressurreição (João 12;48) onde Deus julgará todas as pessoas. Os cristãos vão para o céu.  Todos os outros para o inferno (Mateus. 25:46).

 
Islamismo: Acontece no dia da ressurreição onde Deus julgará todas as pessoas.  Muçulmanos vão para o paraíso.  Todos os outros para o inferno (10:53-56; 34:28). O Julgamento está baseado nas ações de uma pessoa (14:47-52; 45:21-22).

13) Termo: Alcorão 
 
Cristianismo: O trabalho de Muhammad.  Não é inspirado, nem é considerado como escritura. Não há nenhuma verificação precisa dos originais.

 
Islamismo: A revelação de Deus para todo gênero humano dada pelo arcanjo o Gabriel para Muhammad num período de mais de 23 anos.  Está sem erro e resguardada de erros por Alá.

14) Termo: Homem 
 
Cristianismo: Feito à imagem de Deus (Gênesis 1:26). Isto não significa que Deus tem um corpo, mas que o homem é feito como Deus em suas habilidades (razão, fé, amor, etc.).

 
Islamismo: Não feito na imagem de Deus (42:11). O Homem é feito do pó da terra (23:12) e Alá soprou o fôlego da vida no homem (32:9; 15:29).

15) Termo: Muhammad
 
Cristianismo: Um homem não inspirado nascido em 570 em Mecca que começou a religião islâmica.
 
Islamismo: O último e maior de todos os profetas de Alá e o Alcorão é o maior de todos os seus livros.

16)Termo: Pecado original 
 
Cristianismo: Este é um termo que descreve o efeito do pecado de Adão nos seus descendentes (Rom. 5:12-23). Especificamente, é nossa herança da natureza pecaminosa de Adão. A natureza pecaminosa de  Adão é passada de pai para filho. Nós somos por natureza os filhos da ira (Efésios. 2:3).

 
Islamismo: Não existe nenhum pecado original.  Todas as pessoas são sem pecado até que eles se rebelem contra Deus.  Elas não têm natureza pecaminosa.

17) Termo: Ressurreição  
 
Cristianismo: Reissurreição de todas as pessoas, são ressuscitados os não cristãos para condenação e cristãos à vida eterna (1 Cor. 15:50-58).

 
Islamismo: Ressurreição, alguns para o céu, alguns para o inferno (3:77; 15:25;75:36-40; 22:6).

18) Termo: Salvação
 
Cristianismo: Um dom gratuito de Deus (Efésios. 2:8-9) para a pessoa que acredita em Cristo e no Seu sacrifício na cruz.  Ele é o nosso mediador (1 Timóteo. 2:5). nenhum esforço é de qualquer forma suficiente para merecer a salvação desde que nossos esfoços são todos inaceitáveis a Deus (Isaías 64:6).

 
Islamismo: O perdão de pecados é obtido pela graça de Alá sem um mediador.  O muçulmano tem que acreditar que Alá existe, acreditar nas doutrinas fundamentais do Islã, acredita que Muhammad é o profeta dele e seguir os mandamentos de Alá contidos no Alcorão.

19)Termo: Filho de Deus
 
Cristianismo: O termo que define que Jesus é  divino, entretanto ele não é o filho literal de Deus no aspecto físico (João 5:18).

 
Islamismo: Literalmente um filho de Deus.  Então, Jesus não pode ser filho de Alá.

20) Termo: A Palavra
 
Cristianismo: "No princípio era o verbo e o verbo estava com Deus e o verbo era Deus... e o verbo se tornou carne e habitou entre nós..." (João 1:1, 14).

 
Islamismo: A ordem de Alá que resultou em Jesus que foi formado no útero de Maria.

Escrito por Matt Slick
Tradução: Rodrigo Miranda

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Boa parte dos louvores que entoamos em nossas Igrejas encontram-se desprovidos de qualidade musical e teológica. Confesso que estou cansado de ouvir determinadas canções.
 
Não aquento escutar em meio ao louvor com música, “restitui eu quero de volta o que é meu”, ou ainda “onde colocar as minhas mãos prosperará”.
 
Não suporto mais ver os crentes andando para a direita, ou para esquerda, cantando que por todo lado que é abençoado, ou até mesmo propagando a teologia da vingaça cujo sabor é de mel.
 
Pois é, boa parte das músicas evangélicas tem pecado pela propagação de heresias e mensagens totalmente contrárias aos ensinamentos bíblicos. Infelizmente muitos hinos e cânticos populares têm ensinado aos cristãos valores e conceitos absolutamente antagônicos as Sagradas Escrituras. Na verdade, nosso cancioneiro está cheio de aberrações teológicas onde mantras repetitivos são entoados em cultos de louvor. Para piorar a situação, algumas destas canções fazem apologia a teologia da prosperidade ou confissão positiva dizendo ao crente que ele vai prosperar. Além disso, inúmeros louvores pedem chuva, fogo, poder , cujo propósito final é não é a glória de Deus e sim satisfação do freguês.
 
Diante do exposto, visando ajudar os ministros música a não tocarem bobagens em seus cultos, bem como escolherem canções que possam glorificar ao Senhor, resolvi elencar cinco coisas que não podem faltar em um louvor congregacional.
 
1 - O louvor congregacional deve ser caracterizado por canções cristocêntricas
 
Um louvor saudável é caracterizado pela centralidade de Cristo, Nessa perspectiva, não há espaços para canções humanistas, de teologia duvidosa, estribada em conceitos de autoajuda ou psicologia.
 
2 - O Louvor Congregacional deve possuir boa teologia
 
Esse é um grave problema. Boa parte dos pastores não possuem condições de avaliar se as canções entoadas em suas comunidade locais possuem boa teologia. Nessa perspectiva, por ignorarem as verdades contidas nas escrituras, permitem que aberrações teológicas sejam entoadas em seus pulpitos, proporcionando com isso o adoecimento da igreja que pastoreiam. Uma Igreja saudável pensa no que canta e canta o que pensa, portanto, ela precisa além de conhecer as doutrinas fundamentais das Escrituras, ela precisa fundamentar que canta aquilo numa saudável teologia.
 
3 - O louvor congregacional deve focar as doutrinas fundamentais das Escrituras
 
Infelizmente não vemos em boa parte dos louvores modernos ênfases em doutrinas como salvação pela graça mediante a fe, imputação de pecados em Cristo, santificação. exaltação a trindade, volta de Jesus, e outras mais. Na verdade, as canções modernas, falam somente de bênçãos, vitórias, conquistas, milagres e prosperidade o que tem contribuido para o surgimento de um evangelho humanista. Uma igreja que possui um louvor saudável canta as verdades contidas nas Escrituras, não abrindo espaço, nem tampouco permitindo que os louvores centrado dos homens ocupem um espaço que pertence exclusivamente a Deus,
 
4 - O louvor congregacional deve ser entoado exclusivamente para a gloria de Deus
 
Tudo na vida deve ser feito para a glória de Deus inclusive, é claro, os louvores entoados em nossos ajuntamentos. O problema é que 90% das canções compostas pelos nossos cantores e compositores estão focadas na satisfação do cliente e não na glória de Deus. Veja por exemplo, quantos hinos são entoados na primeira pessoal do singular ou plural? Muitos não é verdade? Pois é, ao contrário destes, as Escrituras nos ensinam que louvores saudáveis jamais deverão estar centrados em homens e sim na pessoa de Deus.
 
5 - O louvor congregacional deve ser desprovido de arrogância, proepotência e vanglória
 
No louvor congregacional não há espaço para glória pessoal. Tudo feito pra Ele, por Ele, por Intermédio dele e para glória dele, o que significa que na adoração não existe a menor possibilidade de que homens sejam glorificados, roubando assim, a glória que somente Ele é digno de receber.
 
Pense nisso!


Por Renato Vargens

 

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FERNANDINHO
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Me levantou
DAVID QUINLAN E NIVEA SOARES

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Esse é o título de uma palestra que realizo em escolas e empresas!

E a família, como vai? Essa pergunta comumente usada quando encontramos uma pessoa querida da qual conhecemos a família, porém estamos sem notícias... Se cada um que recebesse essa pergunta, falasse realmente como está sua família, quais seriam as respostas?
Vamos reduzir essa porcentagem. Falaremos apenas da sua família. E a sua família como vai?
Existe diálogo ou interrogatório do tipo:
Com seus filhos:

- Filho onde você estava? O que você fez? Já estudou? Comeu? Escovou os dentes? Já fez a lição de casa?

 

Com sua esposa ou marido:
- A que horas você vai chegar? Já passou no banco? Pegou as crianças na escola? Comprou o que estava faltando?

Essa forma de diálogo leva a família a ter uma postura de responder apenas o que lhe foi perguntado e por muitas vezes, responder o que o outro quer ouvir, assim não haverá conflito. Será que este é o melhor caminho para evitar brigas em família?
Isto realmente é o que podemos chamar de diálogo em família?
E a convivência familiar, como anda?
Você sente prazer e vontade de ao final de um dia de trabalho voltar para casa? Conviver com seu filho esteja ela na adolescência ou na fase infantil? Vocês realizam alguma refeição juntos e conversam, riem e planejam coisas para serem feitas em família?
Esses questionamentos são apenas alguns que nos levam a pensar sobre a harmonia familiar.

Este é o meu trabalho, através de palestras ou em atendimento para orientação familiar, ofereço algumas sugestões práticas e fáceis para tornar a família e a convivência familiar algo prazeroso e saudável.

Na próxima vez que te perguntarem, e a família, como vai? E a sua resposta for: - Bem, obrigada! Que isso seja realmente um fato e não uma resposta convencional!

Pense nisso!

 

Por Débora Corigliano

 

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