No dia 2 de Novembro é  feriado. Trata-se do dia de finados. Você sabe o que é o dia de finados? Bom, dia de finados também é chamado de dia dos fiéis defuntos ou dia dos mortos. Trata-se de uma data católica fundamentada na crença na oração pelos mortos.

 

Essa crença é baseada [na tradição] e principalmente no livro de 2 Macabeus 12. 43-46:

 

“Em seguida, fez uma coleta, enviando a Jerusalém cerca de dez mil dracmas, para que se oferecesse um sacrifício pelos pecados: belo e santo modo de agir, decorrente de sua crença na ressurreição, porque, se ele não julgasse que os mortos ressuscitariam, teria sido vão e supérfluo rezar por eles. Mas, se ele acreditava que uma bela recompensa aguarda os que morrem piedosamente, era esse um bom e religioso pensamento; eis por que ele pediu um sacrifício expiatório para que os mortos fossem livres de suas faltas.” (Bíblia Ave Maria)
 

O livro citado acima é considerado apócrifo para nós protestantes, ou seja, ele não faz parte do cânon bíblico aceito como inspirado por Deus. Os católicos crêem que os vivos tem a possibilidade de fazer algo pelos mortos, por isso acendem velas, oram por eles e até pedem perdão pelos seus pecados. Essa prática, porém, está definitivamente contrária ao que diz a palavra de Deus. Vejamos alguns textos:


“e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.” (Eclesiastes 12. 7). 
Não existem caminhos intermediários entre esta terra e Deus. Não existem purgatório, locais de purificação e nem novas oportunidades de salvação e perdão após a morte da pessoa.

 

E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo“ (Hebreus 9. 27). Fica claro neste texto que a morte sela todas as oportunidades dadas às pessoas. Não há como interferir na vida pós-morte. Se logo após a morte vem o juízo, como haveria possibilidade de orar para que alguém já morto fosse perdoado pelas suas faltas? Ele já não foi julgado? Orações pelos mortos são inúteis.

 

A salvação é somente pela fé em Jesus Cristo. “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.” (Atos 4. 12)Isso mostra que orações pelos mortos não tem validade para salvá-los, purificá-los ou mesmo perdoar os seus pecados. Em vida isso acontece na vida da pessoa através da fé em Cristo e do arrependimento.

 

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 João 1. 9)O perdão se dá através do arrependimento e da confissão dos pecados, o que os mortos não tem condições de fazer. A confissão é pessoal, de modo que eu não posso confessar os pecados de outro. Cada um responde pelos seus erros e só há oportunidade de confissão enquanto há vida.

 

A obra de Jesus justifica totalmente os que Dele se aproximam através da fé. Não há meia salvação e nem meio perdão. “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 5. 1)

 

Como vimos, a prática realizada neste dia está totalmente distante do que diz a Bíblia.

 

O que, então, nós evangélicos fazemos no dia de finados? Bom, como o feriado já está proclamado mesmo, creio que o melhor que podemos fazer é lembrar-nos do legado que os nossos falecidos nos deixaram. Seus exemplos, sua sabedoria, seu carinho, seu amor. Ir ao cemitério e deixar os túmulos dos entes queridos honradamente bem cuidados não está contrário ao que a Bíblia diz.

 

Oremos pelos vivos e pela sua conversão!

 

Fonte: Esboçando Idéias - Cristianismo Simples 

 

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"Pausa não é término, pausa é:

 

1. NA MÚSICA, um intervalo de silêncio, marcado por um sinal que indique sua duração;


2. NO ESPORTE, um momento para repor as energias, conversar muito e rever as estratégias;


3. NO TRABALHO, serve para aliviar o stress, descansar a mente, vista, inspirar e evitar o cansaço extremo;


4. NA ESCOLA, o intervalo entre os aprendizados, tempo para se alimentar e voltar mais aceso e disposto;

 

E em toda nossa vida, pausa é tudo isto citado acima. O que parece ter terminado pode estar apenas pausado".

 

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Por Fábio Valfré Prado

Em tempo de eleição essa é uma das dúvidas mais comuns em nossas igrejas. Isto porque, irmãos em Cristo que temem ao Senhor e que desejam fazer o melhor para o seu país, acreditam que os seus pastores receberam de Deus orientações claras quanto àqueles que deverão governar a nação. Nesta perspectiva, buscam em seus líderes orientações em quem votar. No entanto, o que talvez muitos não saibam, é que do ponto de vista ético e cristão, o pastor não possui o direito de manipular o voto de ninguém. Todavia, em virtude de desejos escusos, alguns pastores inescrupulosos, imbuídos de messianismo politico fajuto, enganam o povo, determinando ao rebanho o nome daqueles que deverão ser votados.

 

Caro leitor, como disse anteriormente, não creio na manipulação religiosa em nome de Deus, não acredito num messianismo onde a utopia de um mundo perfeito se constrói a partir do momento em que crentes são eleitos, nem tampouco comercializo o rebanho de Cristo, vendendo-o por interesses escusos a políticos inescrupulosos.

 

Diante do exposto gostaria de reproduzir aqui o DECÁLOGO DO VOTO ÉTICO que foi defendido na década de 90 pela Associação Evangélica Brasileira:

 

I. O voto é intransferível e inegociável. Com ele o cristão expressa sua consciência como cidadão. Por isso, o voto precisa refletir a compreensão que o cristão tem de seu País, Estado e Município;

 

II. O cristão não deve violar a sua consciência política. Ele não deve negar sua maneira de ver a realidade social, mesmo que um líder da igreja tente conduzir o voto da comunidade noutra direção;

 

III. Os pastores e líderes têm obrigação de orientar os fiéis sobre como votar com ética e com discernimento. No entanto, a bem de sua credibilidade, o pastor evitará transformar o processo de elucidação política num projeto de manipulação e indução político-partidário;

 

IV. Os líderes evangélicos devem ser lúcidos e democráticos. Portanto, melhor do que indicar em quem a comunidade deve votar é organizar debates multipartidários, nos quais, simultânea ou alternadamente, representantes das correntes partidárias possam ser ouvidos sem preconceitos;

 

V. A diversidade social, econômica e ideológica que caracteriza a igreja evangélica no Brasil impõe que não sejam conduzidos processos de apoio a candidatos ou partidos dentro da igreja, sob pena de constranger os eleitores (o que é criminoso) e de dividir a comunidade;

 

VI. Nenhum cristão deve se sentir obrigado a votar em um candidato pelo simples fato de ele se confessar cristão evangélico. Antes disso, os evangélicos devem discernir se os candidatos ditos cristãos são pessoas lúcidas e comprometidos com as causas de justiça e da verdade. E mais: é fundamental que o candidato evangélico queira se eleger para propósitos maiores do que apenas defender os interesses imediatos de um grupo religioso ou de uma denominação evangélica. É óbvio que a igreja tem interesses que passam também pela dimensão político-institucional. Todavia, é mesquinho e pequeno demais pretender eleger alguém apenas para defender interesses restritos às causas temporais da igreja.Um político de fé evangélica tem que ser, sobretudo, um evangélico na política e não apenas um "despachante" de igrejas. Ao defender os direitos universais do homem, a democracia, o estado leigo, entre outras conquistas, o cristão estará defendendo a Igreja.

 

VII. Os fins não justificam os meios. Portanto, o eleitor cristão não deve jamais aceitar a desculpa de que um evangélico político votou de determinada maneira porque obteve a promessa de que, em assim fazendo, conseguiria alguns benefícios para a igreja, sejam rádios, concessões de TV, terrenos para templos, linhas de crédito bancário, propriedades, tratamento especial perante a lei ou outros "trocos", ainda que menores. Conquanto todos assumamos que nos bastidores da política haja acordos e composições de interesse, não se pode, entretanto, admitir que tais "acertos" impliquem na prostituição da consciência cristã, mesmo que a "recompensa" seja, aparentemente, muito boa para a expansão da causa evangélica. Jesus Cristo não aceitou ganhar os "reinos deste mundo" por quaisquer meios, Ele preferiu o caminho da cruz.

 

VIII. Os votos para Presidente da República e para cargos majoritários devem, sobretudo, basear-se em programas de governo, e no conjunto das forças partidárias por detrás de tais candidaturas que, no Brasil, são, em extremo, determinantes; não em função de "boatos" do tipo: "O candidato tal é ateu"; ou: "O fulano vai fechar as igrejas"; ou: "O sicrano não vai dar nada para os evangélicos"; ou ainda: "O beltrano é bom porque dará muito para os evangélicos". É bom saber que a Constituição do país não dá a quem quer que seja o poder de limitar a liberdade religiosa de qualquer grupo. Além disso, é válido observar que aqueles que espalham tais boatos, quase sempre, têm a intenção de induzir os votos dos eleitores assustados e impressionados, na direção de um candidato com o qual estejam comprometidos.

 

IX. Sempre que um eleitor evangélico estiver diante de um impasse do tipo: "o candidato evangélico é ótimo, mas seu partido não é o que eu gosto", é compreensível que dê um "voto de confiança" a esse irmão na fé, desde que ele tenha as qualificações para o cargo. Entretanto, é de bom alvitre considerar que ninguém atua sozinho, por melhor que seja o irmão, em questão, ele dificilmente transcenderá a agremiação política de que é membro, ou as forças políticas que o apoiem.

 

X. Nenhum eleitor evangélico deve se sentir culpado por ter opinião política diferenteda de seu pastor ou líder espiritual. O pastor deve ser obedecido em tudo aquilo que ensina sobre a Palavra de Deus, de acordo com ela. No entanto, no âmbito político-partidário, a opinião do pastor deve ser ouvida apenas como a palavra de um cidadão, e não como uma profecia divina.

 

Soli Deo Gloria,

 

Renato Vargens


A Família Internacional é um grupo cristão que se dedica a disseminar o Evangelho de Jesus Cristo em todo o mundo. Fundada no sul da Califórnia no final da década de 1960, expandiu-se e encontra-se presente em mais de 90 países. Desde nossa origem, nossos membros em tempo integral desenvolveram e consolidaram um estilo de vida cooperativo comunal segundo o qual vivem.

 

Desde 1973, quando nosso primeiro centro missionário foi fundado no Rio de Janeiro, a Família tem sido uma força positiva no País. Nosso trabalho, que teve início com a juventude rebelde daquela geração, espalhou-se pelo Brasil, amadureceu e se diversificou. Atualmente, desenvolvemos ações nas áreas de evangelização, trabalhos sociais, distribuição de publicações cristãs, estudos bíblicos, realização de seminários e projetos inovadores, envolvendo teatro, música e recursos de multimídia. O resultado? Milhões de vidas tocadas pelo amor e pela Palavra de Deus.

Na Família Internacional, conjugam-se as mais diversas vivências de pessoas de três gerações e de diferentes partes do mundo, para levar propósito, harmonia, esperança e paz aos que buscam uma vida melhor.

Sobre o CD

Foram gravadas lindas interpretações musicais das Escrituras mais conhecidas que você vai querer ouvir vez após vez! Coleção completa de 8 CDs.

Não Temas
18 canções reconfortantes que trarão paz aos corações atribulados e descanso no fim de um dia atribulado. As letras de todas as canções foram tiradas dos textos bíblicos.

Relembre "Bem Aventurado"

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Mate a saudade de todas as canções do CD

 

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E a família como vai?

Esse é o título de uma palestra que realizo em escolas e empresas!

E a família, como vai? Essa pergunta comumente usada quando encontramos uma pessoa querida da qual conhecemos a família, porém estamos sem notícias... Se cada um que recebesse essa pergunta, falasse realmente como está sua família, quais seriam as respostas?
Vamos reduzir essa porcentagem. Falaremos apenas da sua família. E a sua família como vai?
Existe diálogo ou interrogatório do tipo:
Com seus filhos:

- Filho onde você estava? O que você fez? Já estudou? Comeu? Escovou os dentes? Já fez a lição de casa?

 

Com sua esposa ou marido:
- A que horas você vai chegar? Já passou no banco? Pegou as crianças na escola? Comprou o que estava faltando?

Essa forma de diálogo leva a família a ter uma postura de responder apenas o que lhe foi perguntado e por muitas vezes, responder o que o outro quer ouvir, assim não haverá conflito. Será que este é o melhor caminho para evitar brigas em família?
Isto realmente é o que podemos chamar de diálogo em família?
E a convivência familiar, como anda?
Você sente prazer e vontade de ao final de um dia de trabalho voltar para casa? Conviver com seu filho esteja ela na adolescência ou na fase infantil? Vocês realizam alguma refeição juntos e conversam, riem e planejam coisas para serem feitas em família?
Esses questionamentos são apenas alguns que nos levam a pensar sobre a harmonia familiar.

Este é o meu trabalho, através de palestras ou em atendimento para orientação familiar, ofereço algumas sugestões práticas e fáceis para tornar a família e a convivência familiar algo prazeroso e saudável.

Na próxima vez que te perguntarem, e a família, como vai? E a sua resposta for: - Bem, obrigada! Que isso seja realmente um fato e não uma resposta convencional!

Pense nisso!

 

Por Débora Corigliano

 

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